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Archive for the ‘Boas Notícias’ Category

Tenho visto pelas ruas da cidade carros com um adesivo com esta frase: “É bom ser do bem”. Achei que fosse uma campanha publicitária de alguma marca de automóveis, mas não. Descobri essa iniciativa independente no Google, conheça aqui. Mas não importa. O fato é que este lema grudou em minha mente e, vez por outra, me pego pensando e repetindo-o feito um mantra.

Em setembro de 2010, foi lançado o filme Nosso Lar. Fui ver logo no primeiro dia e o que mais me impressionou foi o sentimento com que saí do cinema, que também pode ser resumido neste dístico: É bom ser do bem.

“Diante da noite, não acuses as trevas. Aprenda a fazer lume.”

Quem trabalha em constante contato com os veículos de comunicação e as redes sociais, como eu, é muito exposto a todo tipo de notícia. Em geral, notícias ruins. Crimes, corrupções, violências de toda forma. Parece mesmo que as pessoas têm um prazer sádico em gerar e consumir este tipo de informação. É bem raro encontrar gente a fim de disseminar boas novas. Boa notícia é piegas, não vende jornal. Será que o que vende é sangue, é guerra, é o pior lado do ser humano? Nunca imaginei ver na capa do Globo uma manchete dizendo: Crianças recebem educação de qualidade na rede pública, ou algo semelhante. Mas pra dizer que nossas escolas estão um lixo, tem um monte de gente pronta.

“Não é vantagem desaprovar onde todos desaprovaram.
Ampara o seu irmão com a boa palavra.”

Andava meio desencantada do mundo ao ver tanta barbárie. Até que veio o filme Nosso Lar. E nele vi, ou melhor revi, que é bom ser do bem, que é bom fazer boas escolhas, é bom ter uma vida mais equilibrada e saudável, é legal ser amoroso e gentil. Nossa, quantos bons ensinamentos este filme nos dá. Não à toa, é baseado na clássica obra de André Luis, um amigo que todos nós, espíritas, aprendemos desde cedo a admirar. André é o exemplo do ser humano: falível, equivocado, corrompido, mas decidido a mudar, a crescer e transmitir o que aprendeu para todos. Admiro gente com esta coragem. Temos muito que aprender com ele, não?

Foi como um bálsamo encontrar “os meus iguais”. Gente que quer melhorar e fazer o bem. Foi como uma reafirmação de minha própria identidade. Afinal é bem difícil ser si mesmo quando tem tanta pressão pra gente ser o que não é e gostar do que, no fundo, não gosta. Reafirmei meus conceitos, fortaleci meus valores, me senti feliz em casa novamente: no meu próprio lar. E foi muito bom “voltar pra casa”, como um filho pródigo.

Em outubro, fui na noite de autógrafo do livro do Wagner de Assis, que conta os bastidores da produção do filme. Foi um prazer a mais ver as fotos das filmagens e locações e saber das histórias e desafios que essa equipe dedicada enfrentou para superar os “umbrais” e trazer o filme à luz, à exibição. Admirei ainda mais estas pessoas, que trabalharam com tamanho afinco, desde a concepção do projeto até a divulgação do produto final. Sem dúvida, ganharam “bônus-luz” e nos brindaram com essa pérola.

Nosso Lar é um filme do bem, um filme para se ver, rever e ter em casa para curtir sempre. E agora está fácil, porque já saiu o Blu-ray, o Audiolivro e até a trilha sonora. Então, apreciem, sem qualquer moderação. :-)

“É sempre fácil observar o mal e identificá-lo. Entretanto, o que o
Cristo espera de nós outros é a descoberta e o cultivo do bem para que o Divino Amor seja glorificado.”

Deixo aqui um vídeo com uma mensagem linda para vocês meditarem no bem. Este homem foi outro exemplo vivo de bondade: nosso querido Chico Xavier

* as citações no texto são de André Luis, psicografia de Chico Xavier.

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Foi com grande alegria que recebi a notícia que meu conto está entre os 6 finalistas do 2º Concurso de Contos do Blog Fio de Ariadne. O tema do concurso eram os contos de fadas, assunto que sempre me interessou muito, desde os tempos da formação em Arteterapia.

Meu conto, O Sapato, foi baseado na história de Cinderela, ou, A Gata Borralheira, em algumas tradições. Trata de uma menina de rua que encontra um sapato de baile capaz de fazê-la sonhar…

Para ler o conto e votar, clique aqui.

É preciso escrever um comentário para o post e dar uma nota de 5 a 10, para ter seu voto validado. O vencedor será escolhido por um júri de blogueiros, mas a nota dada pelos leitores contará na pontuação. O prêmio é o livro Contos da Fadas de Perrault, Grimm, Andersen e outros, da Editora Zahar, parceira do blog.

Agradeço imensamente à Vanessa, dona do blog Fio de Ariadne, pela oportunidade. Ter nosso trabalho reconhecido e exposto para muitos leitores não tem preço. Agora é aguardar a divulgação do ganhador. Enquanto isso, ficarei por aqui, sonhando com a vitória, como Aline…

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Tempos atrás, num curso de contadores de histórias no Paço Imperial – o qual eu recomendo muitíssimo –  aprendi boas e calorosas lições. O professor, ou melhor, o contador era “seu” Francisco Gregório Filho, um senhorzinho calmo, voz mansa, barbas longas e branquinhas  (parecia um Santa Klaus tupiniquim), que acordava quatro e meia da madrugada todo dia pra preparar um café quentinho e decorar histórias “pra poder contá-las sem mudar o que o autor escreveu”. Na segunda aula, pediu que levássemos algo gostoso para o lanche, mas tinha que ter sido feito com nossas próprias mãos. Ele sabia o valor da energia do afeto, que impregna tudo que fazemos com boa vontade e amor. Uma figura rara e preciosa, dessas que o mundo teima em extinguir, mas que persistem por aí.

“Seu” Chico nos falava de histórias, histórias que encantam, que tocam, que transformam. E, numa tarde de sol, entre um “era uma vez…” e um “…entrou por uma porta, saiu pela outra…”, nos ensinou a fazer o Livro das Boas Notícias. Dizia que na TV tinha tanta coisa ruim, que a gente precisava fazer o livro das boas notícias, pra colocar nele todo dia uma boa coisa que a gente ficasse sabendo do mundo. Fazer um livro das boas notícias foi uma ótima notícia para mim, acostumada a multiplicar as reclamações e os comentários negativos. Recortamos papéis coloridos, fizemos uma capa bonita e, depois de pronto, era pra gente escrever nossas boas notícias lá.

Confesso que o meu livro ficou só na confecção. No mais, em branco. Nunca escrevi uma palavra. Pena. Mas, sendo uma profissional da web e uma redatora digital, adaptei a idéia, porque ela é muito boa e me tocou, e fiz um arquivo de Word onde fui escrevendo as boas coisas que me aconteciam. Esse doc, porém, também ficou pra trás e nunca mais o atualizei. Por quê? Por que a gente é tão preguiçoso pras coisas boas e tão produtivo pra repassar as desgraças? Basta um crime, uma bala perdida a mais pra se ouvir comentários aqui e ali, no elevador, na fila do banco, em frente à banca de jornal.

Este blog passou perto de se tornar a mais nova tentativa de ter meu livro das boas notícias, só que online. Pensei em fazê-lo com esta finalidade, mas deixei de lado a idéia, para que fosse um espaço mais amplo, que abrangesse outros temas. No final das contas, postarei aqui minhas boas notícias também, para lembrar de olhar o copo “meio cheio” e confirmar que a vida ainda vale a pena, e muito, apesar de tudo de ruim que se vê por aí.

E foi em meio a este sentimento, acalentando a idéia do senhorzinho de barbas brancas contador de histórias, que recebi uma foto que aqui divulgo com prazer. Este é o espírito que desejo alimentar. Trazer boas notícias, boas palavras e fazê-las ecoar. Se tiverem as suas, amigos, me enviem e, sempre que possível, tentarei incluí-las em minha casinha virtual. Abraço a todos e até a próxima boa notícia!

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21 de janeiro. 2009, ano do Sol. Finalmente meu blog tão pedido, tão incentivado, tão esperado nasceu. Aquariano (que bom!) e espero que isso o torne original, visionário, diferente e uma porta aberta para novos amigos.

Meu primeiro blog. Digo primeiro porque, quem sabe, outros não virão na esteira do tempo? “De volta pra casa” é um jeito criativo de expressar meus pensamentos, idéias, sentimentos, anseios e sonhos. Falo do meu lugar, do meu espaço, da minha casa do coração.

É bom voltar pra casa – após longos anos – e focar no que é realmente importante. Agradeço a todos que me ajudaram para que este momento acontecesse, em especial a Patrisia, Shalla, Renata e Cristiana, minhas incansáveis incentivadoras.

Compartilhem, comentem, respirem junto e sejam muito bem-vindos!

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