A experiência me diz que na vida existem três categorias de sonhos. O sonho que a gente sonha e um dia realiza. O que a gente sonha e nunca realiza, mas que nos move em direção a muitas outras coisas. E o sonho que muda com o tempo.
Posts com Tag ‘Memórias’
Muitos sonhos para viver
Publicado em Dança, Minhas Idéias, etiquetado a dança de Matt, criança, Dança, dançarina, desenhista, desenho, Flash Dance, Matt Harding, Memórias, Michael Jackson, sonho, This is it em 05/07/2010 | 20 Comentários »
Por um mundo sustentável
Publicado em Datas importantes, Memórias, Minhas Idéias, etiquetado COP 15, Dia do Meio Ambiente, Eco 92, ecologia, infância, Meio Ambiente, Memórias, Rio 92, sustentabilidade, WED 2010 em 05/06/2010 | 9 Comentários »
Sou neta de jardineiro, que cuidava de uma chácara e plantava legumes e hortaliças para vender. Sou filha de serralheiro, que aprendeu com o pai a respeitar a natureza da qual ele (o pai) dependia pra sobreviver. Cresci morando em casa, com quintal, árvores frutíferas, plantas, ervas medicinais e animais. Minha mãe é o que chamam por aí de “dedo verde”. Tudo que ela põe a mão brota, cresce. Também, ela conversa com as plantas, trata-as como filhos queridos. É bonito de se ver…
Ali tá dando! Ali tá dando!
Publicado em Memórias, etiquetado Cosme e Damião, doce, festa, infância, Memórias em 05/10/2009 | 9 Comentários »
“Ali tá dando! Ali tá dando! Coco de rato vai levando!” Era assim que eu e a meninada da minha infância brincávamos de enganar os coleguinhas no dia de Cosme e Damião. A festa era muito esperada. Eu e meu irmão saíamos cedinho pra correr atrás de doce. A gente andava pelo bairro catando casas, carros, pedestres, qualquer aglomeração que indicasse a presença dos saborosos doces.
São João e a imperfeição
Publicado em Memórias, etiquetado festa junina, imperfeição, Memórias, São João, trancinha em 06/07/2009 | 11 Comentários »
Quando eu era pequenina de pé no chão, eu cortava papel fino pra fazer balão e o balão ia subindo pelo imenso azul do céu… Eu tinha tranças compridas como nenhuma outra menina da minha rua. Sim, eram tranças de verdade, que eu usava o ano todo, mas que ganhavam uma importância toda especial nas festas de são João. As minhas amigas usavam aqueles chapéus feiosos de palha com trancinhas coladas. E eu tinha o maior orgulho das minhas tranças naturais! Não foi à toa que me botaram o apelido de “Trancinha”.

